Oito produtos, quatro canais e um copiloto para a equipa. Do proprietário que pergunta quanto vale a casa ao negócio que fecha.
O Rinvestoor nasceu de uma observação simples: uma imobiliária paga para que as pessoas cheguem — aos portais, ao site, ao telefone — e perde a maior parte delas por não haver ninguém do outro lado à hora a que chegam.
Mas o contacto perdido no site é só o sintoma mais visível. Perde-se também o proprietário que perguntou quanto valia a casa e nunca mais foi contactado. Perde-se o comprador que disse «ainda não» e a quem ninguém voltou a falar. Perde-se o que a agência já sabe e não consegue usar, porque está em cinco sítios diferentes.
Construímos uma plataforma que trabalha o que já entra pela porta — em todos os canais, dos dois lados do negócio, e ao lado do consultor, não em vez dele.
Chamo-me Gustavo Mateus e construí o Rinvestoor — a inteligência, as integrações e o copiloto. Não é um invólucro à volta de software de outra pessoa.
A empresa é portuguesa, com sede em Guimarães. Estudo Economia na Jönköping University, na Suécia, e é de lá que construo.
Escolhi o imobiliário porque as contas fazem sentido: os negócios são grandes, e um contacto perdido custa milhares. Num sector assim, uma venda a mais paga o software durante anos — e vale a pena construir bem.
Quando liga para o Rinvestoor, é comigo que fala. E se um dia deixar de fazer sentido, os dados são seus: devolvemo-los em formato estruturado e apagamos os nossos em 30 dias. Está no contrato, não na boa vontade.
Hoje o Rinvestoor trabalha o que já entra numa agência. O caminho é maior: um mercado onde cada transacção acontece com a mesma inteligência por baixo.
Isto ainda não existe. É a direção. A mesma conversa pode começar do lado do consumidor e ser encaminhada para a agência certa, com o contexto já compreendido.
Isto ainda não existe. É a direção. Quanto mais agências, imóveis e conversas existirem, melhor fica a compreensão do mercado para todas — sem que os dados privados de cada agência saiam dela.
Não é o que vendemos hoje. É para onde isto vai.
Língua, mercado e legislação portugueses. Não é uma tradução — é uma ferramenta pensada para aqui.
O tom, a saudação, o conhecimento da agência e as regras são os seus. O cliente sente que fala com a sua agência, porque fala.
Os dados de cada agência ficam isolados dos de qualquer outra, com acesso controlado e consentimento pedido antes de guardarmos um contacto. Conformidade com o RGPD como requisito, não como extra.