
Converta mais leads, angarie mais imóveis, com a sua equipa a colaborar num só lugar.
Cada etapa da jornada imobiliária é coberta por funcionalidades específicas da Rinvestoor.
De «quanto vale a minha casa?» ao mandato.
O imóvel entra, fica compreendido e pesquisável.
Quem chega é respondido na hora, no canal e na língua em que escreveu.
Tudo o que se aprendeu vira o que o consultor faz a seguir.
As casas certas da sua carteira, não listas genéricas.
A visita marcada, e o agente a chegar já com contexto.
O negócio fecha, a carteira actualiza-se, e o dono vê a operação inteira.
O mesmo contacto em três momentos: é atendido, fica percebido, e chega ao consultor com contexto.
Do portal que assina, do site que paga, do WhatsApp da agência. Às onze da noite, ao domingo, ou em inglês. É respondido na hora.
Exemplo de conversa no site da agência, às 21:10. No site da agência: a cliente diz, Procuro um T3 no Porto até 450 mil. Tenho dois filhos e um cão. o assistente responde, Encontrei algumas opções que fazem sentido. Duas têm jardim e uma fica perto de uma escola básica.
A conversa constrói a ficha: tipologia, orçamento, zona, quem decide. Nunca um formulário.
E quem diz que tem um cão, recebe casas com jardim.
A mesma conversa, com as palavras que preencheram cada campo da ficha. No site da agência: a cliente diz, Procuro um T3 no Porto até 450 mil. Tenho dois filhos e um cão. o assistente responde, Encontrei algumas opções que fazem sentido. Duas têm jardim e uma fica perto de uma escola básica.
A visita combina-se na própria conversa, sem trocar cinco mensagens. O consultor recebe um resumo estruturado: perfil, orçamento, imóveis de interesse, próximo passo. Não uma transcrição.
Dois dias depois, a mesma pessoa e a mesma ficha, no WhatsApp. Dois dias depois, no WhatsApp: a cliente diz, Aquela com jardim ainda está disponível? o assistente responde, Está. Quer que marque uma visita para sábado de manhã?
A plataforma lê a disponibilidade. Quem confirma a marcação é o consultor.
Diagrama: a plataforma, ao centro, ligada por um traço aos consultores da agência.
O consultor pergunta em linguagem natural sobre a ficha que acabou de receber e sobre toda a carteira.
Numa mensagem: o que está em aberto, que compradores encaixam num imóvel, remarcar uma visita, criar uma tarefa.
Todas as ações que escrevem alguma coisa são propostas primeiro, e executam quando o próprio consultor confirma, dentro do prazo.
O alcance de cada consultor é decidido no servidor, e verificado outra vez em cada ação.
O tom e as regras da agência acompanham cada mensagem que a plataforma propõe para um cliente.
A mesma equipa e o mesmo mercado. Muda o que chega à mesa do consultor.
O seu CRM, o seu site, o seu email, o seu WhatsApp e os portais onde já anuncia: tudo no mesmo fluxo. Não muda de sistema, não duplica fichas, não reescreve nada. O que já funcionava continua a funcionar.
Os portais onde a agência já anuncia — idealista, imovirtual, Casa Sapo, OLX, CustoJusto — Entra para cá: Os pedidos que já paga para receber chegam por email e são respondidos na hora.
As perguntas que nos fazem antes de marcar uma reunião.
É uma camada que assenta sobre o CRM e os portais que a agência já usa e trabalha o negócio inteiro: atende quem chega, prepara a angariação e serve a equipa.
Quem procura é respondido na hora, em qualquer canal e língua, com imóveis da carteira, e o consultor recebe uma ficha em vez de uma transcrição. Na angariação, quem pergunta quanto vale a casa recebe uma avaliação feita sobre vendas reais da zona, e o consultor é avisado quando aparece intenção de vender. A equipa pergunta por escrito e age a partir da resposta.
Não. Um chatbot trabalha um lado. A plataforma tem três vertentes: venda, angariação e copiloto. Segue contexto em vez de um guião, e quem diz que tem um cão recebe casas com jardim. E não fala só com quem chega: o consultor pergunta-lhe por onde começar o dia e recebe a resposta ordenada, com a razão de cada nome.
Não substitui nem um nem outro. O portal continua a dar visibilidade e a fazer chegar contactos, o CRM continua a guardar a informação e o pipeline. O que fazemos é trabalhar o que passa entre os dois: atender a conversa, perceber quem está do outro lado, corresponder imóveis, manter o seguimento e dizer ao agente o que fazer a seguir. Fica tudo onde está. Os imóveis entram por API do CRM, XML ou feed, e no site é uma linha de código, como quem ativa o Google Analytics.
A carteira entra por API do CRM, XML ou feed, conforme o que a agência já tiver.
Ligação directa ao eGO. Os outros CRM entram por feed, tal como os portais onde a agência já anuncia:
No calendário, lê a disponibilidade do consultor, com Google, Outlook ou Calendly. Com o Google e o Outlook marca, adia e desmarca visitas, sempre com a confirmação dele.
Com o que a agência lhe dá. A carteira entra pelo CRM ou por feed e fica pesquisável. Depois carregam-se os documentos que a agência quiser que o assistente saiba: condições, procedimentos, o que é habitual em cada zona. Define-se o tom com que fala e as regras que nunca pode quebrar.
A partir daí responde com os imóveis da agência e com o que ela carregou. Nunca com generalidades.
Sim. Pode ser o número da própria agência ou um que disponibilizamos, conforme preferir. Em qualquer dos casos é atendido pela mesma inteligência que responde no site, e a conversa passa ao consultor quando é ele que faz falta.
Sabe, e é dito à partida. O assistente identifica-se no cabeçalho da conversa desde que ela abre, não apenas quando lhe perguntam.
É exigência do artigo 50.º do Regulamento (UE) 2024/1689, aplicável desde 2 de agosto de 2026, e está construído no produto de forma que nenhuma configuração o desliga.
Sim. Encriptados em trânsito e em repouso, e isolados por agência. Cumprimos o RGPD e a legislação portuguesa, com contrato de tratamento de dados assinado.
Os dados ficam armazenados na União Europeia. O modelo de linguagem que processa as conversas corre nos Estados Unidos, ao abrigo de cláusulas contratuais-tipo, como o contrato prevê.
É atendido nessa altura, não na manhã seguinte. No portal ficaria à espera de si; no CRM, registado à espera de si.
A conversa arranca, percebe o que a pessoa procura, mostra imóveis da carteira que encaixam e recolhe o que interessa. Cada conversa é classificada, e o agente é avisado quando vale mesmo a pena ligar. Deixa de tratar todos por igual: sabe a quem ligar primeiro, e porquê.
Sim, desde que tenha deixado contacto, pelo mesmo dispositivo ou por email ou telefone. A conversa reconhece-o e continua a partir do que já disse.
Num portal seria um contacto novo. Num CRM estaria lá, se alguém o tivesse registado.
É multilingue. A língua é detectada logo na primeira mensagem e a resposta sai nessa língua, seja ela qual for.
E a ficha que chega ao consultor vem em português. A conversa pode correr em alemão, mas o que aterra no CRM é tipologia, orçamento, zona e prazo, prontos a ler. Sem a plataforma, o que chegava era a mensagem original, à espera que alguém na agência a decifrasse.
Esse é o outro lado da plataforma, e é frequentemente aqui que nasce uma angariação. Para o portal não é cliente. No CRM fica uma ficha, se alguém a criar.
Aqui recebe uma avaliação com comparáveis reais da zona, o imóvel fica compreendido (tipologia, zona, estado, valor) e o agente recebe a oportunidade com contexto, em vez de uma ficha em branco.
Não vamos à procura de proprietários: trabalhamos os que já chegam à sua agência a perguntar.
Duas semanas, da assinatura ao assistente a atender no site da agência.
Por WhatsApp, pelo separador de cliente no site, e por telefone.
Sem compromisso. Numa conversa de 45 minutos explicamos como o assistente traz mais vendas à sua agência.
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Escolha o dia e a hora que preferir. 45 minutos com a nossa equipa para perceber como vai vender mais.
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